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Pesquisa: como repercutiu o Enem nas redes

Estudo, exclusivo deste blog, analisou mais de 300 mil menções nas redes sociais – de alunos com medo do exame a memes que tiravam sarro da prova

As agências de marketing The Aubergine Panda e de análise de dados online Stilingue realizaram um levantamento sobre como o último Enem – a popular prova pré-vestibular feita pelos estudantes colegiais – repercutiu nas redes sociais. As informações, passadas com exclusividade para este blog, tinham claramente o intuito de delinear quais seriam os melhores caminhos para marcas (e seus anúncios) atingirem o público jovem no Twitter e sites afins. Contudo, mais que isso, o resultado acabou por revelar muito de como se comportam os adolescentes brasileiros na internet.

Por exemplo, o perfil no Twitter que mais influenciou os estudantes nos dias que antecederam o exame, entre 29 de outubro e 8 de novembro – quando foi feita a pesquisa, pela análise de 304 413 menções ao Enem nas redes sociais –, foi o do youtuber Felipe Neto. Ele é um vlogger, mais para piadista do que, claro, para educador. Só em nono lugar apareceu um perfil dedicado a dar dicas para se sair bem na prova, o do Guia do Estudante.

De todos os posts que foram alvo do estudo, 64% se referiam à expectativa de realizar o Enem, 21% eram sobre a prova, em si, e 14% correspondiam a zoeiras das redes, a exemplo de memes (em evidência de que os brasileiros adoram “zoeira” na web). Dentre esses últimos, destaca-se a repercussão de um “camarote” criado pelo blog humorístico Não Salvo para receber aqueles que chegavam atrasados para a prova e, por isso, não puderam fazê-la. Dentre os do grupo “expectativa”, 6% eram bem otimistas em relação aos próprios resultados no teste. Após o Enem ser realizado, porém, o número caiu para 2%.

Fonte: www.veja.abril.com.br